
Há um tempo atrás fui a casa do meu amigo Martinho, bisneto de Raul Lino - Famoso arquitecto de idos tempos, que tinha na sua casa uma marca que muito me despertou a atenção: AZAD escrito em persa. Era A marca do famoso arquitecto... quer dizer Cipreste e foi o Martinho quem me deu mais dados sobre esta ideia, a meu ver, genial.
Tentarei, ao longo daquilo que aqui escreverei, divulgar as qualidades do cipreste.
Óbvio: Obrigado Martinho!
Perguntaram a um homem sábio: "Cada qual tem a sua missão e o seu tempo próprio, durante o qual é forte e fértil, e na sua ausência fraco e seco; a nenhum destes estados transintórios está o cipreste exposto, florescendo sempre: e desta natureza são os azads. Não fixam o seu coração no que é transitório. (...) Se na tua mão houver abundância, sê generoso como a tamareira; mas se nada tiveres para dar, sê um azad, ou homem livre, tal como o cipreste.Depois, foi um sem número de reflexões que me apontavam sempre para as peculiaridades dessa árvore que teimamos em considerar de forma básica como: a dos cemitérios.
Sa’di de Xiraz
Tentarei, ao longo daquilo que aqui escreverei, divulgar as qualidades do cipreste.
Óbvio: Obrigado Martinho!

